Fernando Lucas Berti, Advogado

Fernando Lucas Berti

(30)Marechal Cândido Rondon (PR)
89seguidores14seguindo
Entrar em contato

Sobre mim

Advogado.
Procurador Jurídico do Município de Marechal Cândido Rondon/PR.

Bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE).

Pós-graduado, a nível de Especialização, em Advocacia Cível e em Direito Civil, com ênfase em Responsabilidade Civil e Contratos, pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI).

Principais áreas de atuação

Contratos, 33%

Confecção, execução e consultoria na área de direito contratual.

Direito Administrativo, 33%

Direito público: mandados de segurança, licitações, atos administrativos, etc.

Direito Civil, 33%

Responsabilidade civil (indenizações), ações possessórias, usucapião, locações, cobranças, etc.

Correspondência Jurídica

Serviços que realizo como correspondente jurídico
Cargas
Alvarás
Cópias
Protocolos
Consultas

Primeira Impressão

(30)
(30)

30 avaliações ao primeiro contato

Direito Administrativo

Direito Civil

Direito Previdenciário

Direito de Família

Direito do Consumidor

Direito do Trabalho

Mais avaliações

Comentários

(59)
Fernando Lucas Berti, Advogado
Fernando Lucas Berti
Comentário · mês passado
Não acredito na completa substituição do advogado pela inteligência artificial.

Creio, isso sim, que a automação de processos "braçais" (juntadas de petições, adaptação de modelos a momentos processuais pré-determinados, comparação de contratos, detecção da existência de determinadas cláusulas em contratos e acordos...) diminuirá os postos de trabalho da advocacia e acirrará a competição entre os profissionais.

Este movimento, aliás, da tecnologia afetando a advocacia, vai muito além do emprego da inteligência artificial. O próprio processo eletrônico, ao passo em que agiliza o trâmite processual, tolhe alguns postos de trabalho da advocacia. O peticionamento virtual, por exemplo, dispensa a necessidade de contratação de correspondente para protocolar pedidos; o alvará digital dispensa o correspondente para buscar o documento; as tele-audiências (ainda em desenvolvimento) dispensam a necessidade de um profissional "in loco".

Enfim, o impacto da tecnologia já vem sendo sentido na advocacia há algum tempo - e a tendência é que este movimento vá muito mais longe.

Traçando um comparativo: a revolução industrial tolheu inúmeros postos de trabalho dos operários. A classe, porém, não desapareceu por completo: ainda são necessários operários para pôr as máquinas em funcionamento, lhes dar manutenção e lhes monitorar. A mesma lógica se aplica a inúmeras outras profissões, que não desapareceram, mas precisaram se reinventar.

Penso que as peculiaridades da advocacia não permitem sua completa substituição por máquinas.

O que ocorrerá será uma reinvenção da atividade, mediante reciclagem dos profissionais, que deverão explorar áreas onde as máquinas não lhe possam fazer as vezes - investindo, por exemplo, nas relações humanas, no atendimento personalizado, na atenção ao cliente, na persuasão em negociações e na criatividade na adoção de soluções para os problemas do cliente.
Fernando Lucas Berti, Advogado
Fernando Lucas Berti
Comentário · há 10 meses
Quem não compreende a diferença entre um título acadêmico e um título honorífico não deveria se aventurar nessa discussão.

Quem faz doutorado tem o título acadêmico de doutor.

Tal título, todavia, não é conferido apenas na seara acadêmica. Também o é em outras áreas, onde é distribuído como título honorífico.

No caso dos advogados, como você citou, o título honorífico de "doutor" remonta à previsão contida no art. 9º da Lei Imperial de 11 de agosto de 1827, redigida por Dom Pedro I em 02 de março de 1825. Este foi o diploma legal que firmou as bases do ensino jurídico do Brasil, instituindo nossos dois primeiros cursos de Direito.

Ademais, não olvide que o ordenamento jurídico pátrio admite o "costume" como fonte do Direito. Não sei pra você, mas me parece que chamar de "doutores" os médicos, advogados, veterinários, odontólogos (etc...) já nos é cultural e costumeiro.

Poucos são os profissionais que se autointitulam "doutores". Geralmente quem o faz é a sociedade, reafirmando suas tradições.

Digo por experiência própria: como advogado, jamais exigi ser tratado por "doutor" e, mesmo assim, dirigem-se a mim dessa forma. Me parece ser um exercício de respeito à atividade profissional.

O "doutor" dos profissionais que você citou não é um título acadêmico, é honorífico. O argumento de que "doutor é quem faz doutorado" é válido no meio acadêmico. Querer aplicar a mesma lógica a outras situações, cujas motivações são absolutamente diversas, não revela nada além de ignorância.

Perfis que segue

(14)
Carregando

Seguidores

(89)
Carregando

Tópicos de interesse

(3)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

Outros advogados em Marechal Cândido Rondon (PR)

Carregando

ANÚNCIO PATROCINADO

Fernando Lucas Berti

Rua Pernambuco, 1100 - Paraná (Estado) - 85960-000

(45) 9829-14...Ver telefone

(45) 9113-61...Ver telefone

(45) 99829-14...Ver telefone

Entrar em contato